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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Profissionais e instituições defendem otimização de diagnóstico e tratamento de câncer bucal


Em audiência pública realizada nesta manhã (27), a Comissão de Saúde e Meio Ambiente debateu  a questão do atendimento e acompanhamento do cidadão com diagnóstico de câncer bucal. Parlamentares, entidades e profissionais defenderam melhoria nos protocolos de atendimento.
O presidente do órgão técnico, deputado Adilson Troca (PSDB), destacou que a audiência pública foi solicitada pelo Comitê das Entidades da Classe Odontológica do Rio Grande do Sul para debater a ampliação e melhoria do atendimento das pessoas diagnosticadas com câncer bucal. "Reitero aqui todo o apoio da Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Casa para as campanhas de educação e prevenção contra o câncer bucal", disse o parlamentar

O coordenador do Comitê das Entidades da Classe Odontológica do Rio Grande do Sul e coordenador da campanha de prevenção do Câncer Bucal no Estado (Maio Vermelho), Bernardo Fróes Godolphim, destacou que é necessário um diagnóstico rápido da doença, que atinge em torno de mil pessoas a cada ano no Rio Grande do Sul. Ele sublinhou que é necessário possibilitar à população o conhecimento mínimo para que se possa detectar o câncer bucal na sua fase inicial e sejam feitos os encaminhamentos necessários para o tratamento adequado.
Maria  Antônia Zancanaro de Figueiredo, professora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC RS), alertou para a necessidade de um diagnóstico adequado que detecte o câncer bucal, além de disponibilizar os exames e intervenções cirúrgicas no menor tempo possível para que a doença não entre em período crítico e de mais difícil resolução, além de elevar os custos do tratamento.
O coordenador da Saúde Bucal da Secretaria Estadual da Saúde, Ramsés Araújo, destacou que o Estado atende aos pacientes de câncer bucal nas unidades de atenção básicas de saúde e  Centros de Especialidades. Ele relatou que existem 3.300 profissionais odontólogos que atuam no sistema público de saúde e sublinhou ainda a importância das equipes de saúde da família que conhecem a realidade e fazem o trabalho junto às comunidades.
Evelise T. da Rocha, coordenadora de saúde bucal da prefeitura municipal de Porto Alegre, destacou que existem seis centros de estomatologia que disponibilizam consultas para atender à população e que não existe lista de espera. Ela destacou que todas as novas unidades de saúde construídas no município possuem capacidade para atender consultas de saúde bucal, mas alertou para a necessidade de se avançar no início do tratamento e reabilitação dos pacientes acometidos por câncer bucal.
O presidente do Sindicato dos Odontólogos do Rio Grande do Sul, Andrew Pacheco, criticou o fato de a odontologia no Sistema Único de Saúde (SUS) ser tratada ainda como opcional.  Ele cobrou ainda que os pacientes de câncer bucal tenham suas sequelas tratadas no sistema público de saúde e recuperem plenamente o convívio social.
Maria Rita Ibañez de Lemos, representante do Conselho Regional de Odontologia RS (CRO/RS), enalteceu a realização do debate e reiterou total apoio da entidade à campanha Maio Vermelho, idealizada e realizada pelo Comitê das Entidades da Classe Odontológica do Rio Grande do Sul.
Também participaram da reunião o representante da prefeitura de cachoeirinha, Paulo Eduardo; a representante da Associação Gaúcha de Técnicos de Odontologia RS, Evelise Klein; a representante da Liga Feminina de Combate ao Câncer RS, Narcila Dourado Castro e a 5ª Coordenadoria Regional de Saúde, entre outros.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Adilson Troca 45123 - Ouvir e agir


Estamos em mais uma caminhada em busca de poder representar e defender ainda mais nossa gente na Assembleia Legislativa. 

Nosso gabinete sempre teve portas abertas a todos. Acredito no trabalho e na proximidade com as pessoas, na presença e na troca de experiências. Em ouvir e agir. 
É assim que quero prosseguir: junto com você! O político que não está afinado com as pessoas que representa não cumpre sua função. 
Sou um homem simples e não fujo das minhas origens. Com muito orgulho, comecei a vida na pesca e na agricultura familiar na Vila da Quinta, em Rio Grande, onde moro até hoje. Com muito esforço, aos 29 anos, me formei técnico contábil e posteriormente ingressei na vida pública. Fui vereador, vice-prefeito e hoje sou deputado. 
O compromisso que me fez entrar na política continua o mesmo: a vontade de ajudar as pessoas, mudando a realidade difícil em que muitos vivem. 
Trabalho por justiça social, por desenvolvimento, por emprego, renda, segurança, educação, saúde, esporte, cultura e tradicionalismo. Já garantimos muitas conquistas para os gaúchos, mas ainda há muito por fazer. 
Vamos juntos continuar mudando para melhor o nosso Rio Grande do Sul. 
Tenho Esperança e energia! Conto com você e estou a tua disposição. 

Adilson Troca
Deputado Estadual 45123




quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Empresa de mineração apresenta empreendimento a ser instalado em São José do Norte


Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa gaúcha, presidida pelo deputado Adilson Troca (PSDB), acompanhou durante o período dos Assuntos Gerais da reunião ordinária desta quarta-feira (13) a apresentação feita pelo presidente da empresa Rio Grande Mineração (RGM), Luiz Augusto Bizzi, sobre o Projeto Retiro, a ser instalado em São José do Norte. O empreendimento fará a extração de minérios de zircônio e titânio. O objetivo é substituir as atuais importações de zirconita e rutilo, e tornar o Brasil um exportador de ilmenita. Ilmenita e rutilo são minerais de titânio, usados para a produção de pigmentos e de ligas especiais para área médica. 
A zirconita, também conhecida como zircão, é usada na indústria de cerâmicas e refratários e como aditivo em aços especiais. 
O deputado Adilson Troca lembrou que São José do Norte está em destaque pelas oportunidades de desenvolvimento que está gerando. O parlamentar lembrou ainda que a cidade é tema de exposição na Galeria dos Municípios da Assembleia Legislativa. 
O empreendimento está em fase de estudos técnicos e licenciamento ambiental. De acordo com Luiz Bizzi, a expectativa é que a licença de operações seja concedida em setembro de 2017, e o início das operações se dê em novembro do mesmo ano. A área de lavra compreende 3 mil hectares, que deverão ser explorados em sistema itinerante por um período de 20 a 30 anos. A empresa prevê um investimento de R$ 800 milhões. Durante a construção da planta e demais instalações necessárias, a previsão é de gerar 1.500 empregos. Para a operação, serão 350 empregos diretos. “Vamos privilegiar a contratação de mão-de-obra local”, adiantou o presidente da empresa.
 Processo de produção e operação
“O processo de produção foi pensado para gerar o menor impacto ambiental possível, usando em sua maior parte processos mecânicos e não químicos”, explicou Bizzi. A separação dos minérios da areia se dará por gravidade, de acordo com o peso, e a classificação dos minérios por sistema eletrostático (imã) - e não químicos. A única parte que envolve químicos, segundo ele, se dá na etapa de secagem do minério. “Mas o processo utilizado é o mesmo já utilizado na secagem da soja”, observou. Bizzi assegurou que não haverá produção de pigmentos no local. “O custo financeiro/energético de instalação desse tipo de produção no Brasil não é viável”. Ele lembrou que na década de 90 houve grande mobilização contra empreendimento então operado pela Paranapanema (que foi comprado pela RGM), que previa a instalação de uma planta de produção de pigmentos, cujo impacto ambiental foi questionado.
 Bizzi explicou que no sistema de lavra itinerante, lagos artificiais vão sendo construídos a cada trecho em exploração. Dragas móveis bombeiam 5% da areia para a planta de processamento. Os restantes 95% devem ser devolvidos de imediato e reconfigurados de acordo com a topografia original. Em seguida, a vegetação nativa deve ser replantada sobre os cômoros. 
Todo o processo deve demorar 18 meses, quando a área poderá ser devolvida ao uso anterior. “Temos acordos com as universidades de Pelotas e Rio Grande, que nos ajudaram na elaboração do Estudo de Impacto Ambiental (EIA-Rima). Com a Universidade de Pelotas temos um acordo para alocar recursos para instalação de um centro de desenvolvimento e pesquisa das culturas de cebola e pinus, que predominam na região”. Bizzi informou ainda que houve preocupação com a hidrogeologia do local e que o processo não deve afetar a salinidade da água. A planta de processamento dos minérios deve ficar instalada a 12 km da cidade. 
O processo de lavra deve iniciar pelo sul e avançar para o norte, retornando depois para o sul, ao longo dos 20 a 30 anos previstos. A empresa também tem operações no Uruguai, que poderão funcionar de forma integrada, com o minério sendo trazido de balsa até São José do Norte. A exportação da ilmenita deverá ser feita de navio, e a produção de zirconita deve seguir de caminhão para abastecer a indústria cerâmica de Santa Catarina. 
Bizzi informou que a RGM irá propor arrendamento a todos os proprietários atingidos pela operação. “Nosso interesse não é investir em imóveis, mas sim em mineração”, declarou. Ele explicou que o agricultor (superficiário) ou morador que tiver sua área afetada pela lavra tem direito a receber royalties de acordo com o tempo de operação e valor do minério obtido na propriedade.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Convite

Participe da exposição em homenagem a nossa querida São José do Norte e descubra mais sobre esta linda e pujante cidade!

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Ações em conjunto com os Portuários


Reunião de trabalho com os portuários. Há muitos anos o deputado Adilson Troca trabalha em conjunto com a categoria."Já obtivemos muitas conquistas para categoria e estamos discutindo medidas estratégicas e estruturais de valorização", destaca Troca.


Visita de vereadores de Cristal


O deputado Adilson Troca recebeu em seu gabinete a visita dos vereadores de Cristal Delmar Maass e Gilnei Dutra. "Trabalhamos de maneira articulada para garantir melhores resultados para a comunidade", afirma Troca

Recebendo Vereadores de Rio Grande



Na última semana o deputado Adilson Troca esteve reunido com os vereadores do Rio Grande, Flávio Santos, Dirnei Greque e Angelo Fernando Silva Ribeiro." Independente de partidos, é fundamental que todos trabalhem juntos para garantir resultados para a população. Discutimos ações e projetos que possam ser postos em prática", ressaltou o deputado.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

LDO é aprovada com emendas de Adilson Troca

A Assembleia Legislativa aprovou, nesta quarta-feira (09), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o exercício econômico-financeiro estadual de 2015. Dentre as emendas incluídas no projeto original constam as propostas do deputado estadual Adilson Troca em favor da pesca, economia solidária e também uma emenda de bancada referente aos acessos asfálticos municipais.
Adilson Troca apresentou 10 emendas a LDO e foi o parlamentar que mais teve sugestões acatadas pelo relator. “Acredito que contribuímos no sentido de evoluir e melhorar a proposta original do Governo. Gostariamos que as nossas outras emendas também tivessem parecer favorável mas acreditamos que o resultado foi positivo”, avalia o deputado.

As proposições de Adilson Troca contempladas garantem o apoio do BADESUL no desenvolvimento de projetos para o setor pesqueiro do nosso estado e o incentivo para o setor da economia solidária. Foi aproveitada como emenda de relator a proposta da bancada do PSDB que seja prioriza a conclusão das obras dos acessos asfálticos municipais em andamento e que tenham projetos executivos concluídos.

A LDO (PL 114 2014) foi aprovada com 45 votos favoráveis. A aprovação da lei obedece a preceito constitucional, visando as prioridades e as metas da administração pública estadual; a organização e estrutura dos orçamentos; as diretrizes para elaboração e execução do orçamento geral da administração pública; as disposições sobre as alterações na legislação tributária; as disposições relativas à política de pessoal; a política de aplicação de recursos das agências financeiras oficiais de fomento, e outras disposições gerais.



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